o mais pós-moderno dos amores
amor que entra em si mesmo
dá voltas
staccatos
estende-se fractalmente
até as partes cada vez menores
quando, por fim, a última
um réles pontículo,
improvavelmente denso pontículo,
como o mundo antes do mundo
numa cabeça de alfinete
já não é nada
não tem forma e não tem espaço – é fora do tempo
é só um ponto, sagrado
a vírgula
do acaso
da vida,
o Mágico
mexendo a varinha
criando ecos de serpentina no ar